Empresa:
V4 Company
Período:
Ago. 2022 – Abr. 2024
Meu papel:
Líder de Criação/Lead Designer
Equipe:
5 designers
Empresa:
V4 Company
Período:
Ago. 2022 – Abr. 2024
Meu papel:
Líder de Criação/Lead Designer
Equipe:
5 designers
Visão geral do projeto.
Essa foi minha primeira experiência em liderança e veio a partir da confiança dos meus gestores, que identificaram meu potencial para desenvolver o time. Atuei com responsabilidade, aprendizado contínuo e sempre validando com a equipe a eficácia dos processos implementados.
A V4 Company é uma assessoria de marketing digital focada em crescimento e performance, com franquias espalhadas por todo o Brasil. Trabalhei na unidade V4 Oliveira Boaz & Co localizada em Natal, RN.
Problema.
A nossa franquia da V4 estava em crescimento, por isso o fluxo de requisições de tarefas estava se tornando ineficiente, e os gestores de projeto tinham dificuldade com tempo e briefings, o que comprometia a consistência e a qualidade das entregas.
Solução.
Utilizei a abordagem de DesignOps para construir o setor visando a escalabilidade da agência, que atendia múltiplos clientes, lidava com diversos desdobramentos e demandava maior previsibilidade.
Para aumentar a eficiência operacional, o primeiro passo foi implementar processos baseados em metodologias ágeis para otimizar a execução de tarefas complexas e reduzir os atrasos nas entregas.
Para promover uma comunicação contínua e um planejamento diário eficaz, no início do expediente, cada membro do time compartilhava a lista de demandas, confirmando que haviam recebido todas as informações e recursos necessários para executar suas tarefas do dia.
A pauta recebida pelo time seguia o princípio da Matriz de Eisenhower, onde era priorizado o que é importante, mas não necessariamente urgente. As tarefas mais complexas deveriam ser realizadas primeiro, para aproveitar os períodos de maior foco e energia.
Usamos o Google Agenda para definir horários de trabalho, seguindo a técnica de Time Blocking, que melhora a gestão de tempo e garante concentração em tarefas prioritárias.
Para visualizar e gerenciar o fluxo de trabalho da equipe, utilizamos um quadro com colunas, onde as tarefas eram marcadas em vermelho em caso de atraso. Essa organização facilitava o acompanhamento do progresso, evitava sobrecarga e garantia entregas contínuas e de qualidade.
Prova Social.
Certificações.










Ferramentas.
Google Chat
Solicitação de demandas.
Um dos principais gargalos do fluxo era o tempo gasto na requisição de tarefas pelos gestores de projetos, que, muitas vezes, enviavam briefings com informações faltando. Como solução, criei formulários padronizados e personalizados para cada tipo de entrega, garantindo mais clareza e agilidade para ambos os lados. Assim como em todas as abordagens aplicadas, com o tempo fomos ajustando essas ideias até chegar a modelos mais eficientes.
Biblioteca criativa.
Ministrei capacitações e desenvolvi templates de páginas, prompts de AI, documentos com códigos HTML e CSS já testados, além de planilhas com ganchos de copy segmentadas, que performaram bem. Com o tempo, esses materiais foram sendo refinados e evoluíram para uma biblioteca robusta, sempre consultada pelo time criativo.
Dia de CRO (Conversion Rate Optimization).
Uma das tarefas mais complexas do time era o desenvolvimento de landing pages. Para melhorar a performance e o controle de dados, criei o CRO Day: uma planilha de preenchimento mensal que reunia métricas das páginas em veiculação, como taxa de conversão, número de visitas, análise de mapa de calor, entre outras. Isso nos deu clareza do que realmente impactava na conversão, ajudando a direcionar otimizações contínuas e a replicação de aprendizados em novos projetos.
PDI & 1:1.
Para incentivar o crescimento de cada liderado, desenvolvi formulários que tinham o objetivo de avaliar, aprimorar e desenvolver habilidades e comportamentos.
As respostas eram analisadas durante as reuniões 1:1, que aconteciam quinzenalmente e duravam 40 minutos. Nesses encontros, tanto eu quanto o liderado deveríamos apresentar uma lista de até 3 pontos para discussão, normalmente relacionados aos objetivos do PDI.
OKRs & NCTs.
Na liderança, atuei sob a orientação de diversas metas mensais e trimestrais com o objetivo de otimizar o fluxo de trabalho e reconhecer o desempenho dos colaboradores por meio de gamificação.
Para registro das metas, usei a plataforma SugarOKR e, além do sistema de OKRs, implementamos a gestão por NCTs, garantindo que cada compromisso ou entrega estivesse alinhado à narrativa estratégica da empresa para os próximos 6 meses.
Aprendizados.
A V4 me ensinou que liderar design vai muito além de pensar só na estética. Em dois anos, aprendi a traduzir objetivos de negócio em direção visual e a equilibrar velocidade com consistência, sem perder qualidade.
Entendi que um time cresce de verdade quando tem processo e autonomia. Se tivesse tido mais tempo, teria estruturado um levantamento de dados sobre cada abordagem aplicada, para ganhar mais previsibilidade e controle sobre a escalabilidade.
Iniciativas e frameworks aplicados.
Minha atuação aconteceu em um cenário onde a agência já possuía, ainda que de forma básica, uma organização de arquivos, com padronização de nomenclaturas e uso do Google Drive, o que me permitiu avançar para a otimização de processos e o desenvolvimento do time de designers.
Essa foi minha primeira experiência em liderança e veio a partir da confiança dos meus gestores, que identificaram meu potencial para desenvolver o time. Atuei com responsabilidade, aprendizado contínuo e sempre validando com a equipe a eficácia dos processos implementados.
Contexto.
A V4 Company é uma assessoria de marketing digital focada em crescimento e performance, com franquias espalhadas por todo o Brasil. Trabalhei na unidade V4 Oliveira Boaz & Co localizada em Natal, RN.
Problema.
A nossa franquia da V4 estava em crescimento, por isso o fluxo de requisições de tarefas estava se tornando ineficiente, e os gestores de projeto tinham dificuldade com tempo e briefings, o que comprometia a consistência e a qualidade das entregas.
Solução.
Utilizei a abordagem de DesignOps para construir o setor visando a escalabilidade da agência, que atendia múltiplos clientes, lidava com diversos desdobramentos e demandava maior previsibilidade.
Para aumentar a eficiência operacional, o primeiro passo foi implementar processos baseados em metodologias ágeis para otimizar a execução de tarefas complexas e reduzir os atrasos nas entregas.
Para promover uma comunicação contínua e um planejamento diário eficaz, no início do expediente, cada membro do time compartilhava a lista de demandas, confirmando que haviam recebido todas as informações e recursos necessários para executar suas tarefas do dia.
A pauta recebida pelo time seguia o princípio da Matriz de Eisenhower, onde era priorizado o que é importante, mas não necessariamente urgente. As tarefas mais complexas deveriam ser realizadas primeiro, para aproveitar os períodos de maior foco e energia.
Usamos o Google Agenda para definir horários de trabalho, seguindo a técnica de Time Blocking, que melhora a gestão de tempo e garante concentração em tarefas prioritárias.
Para visualizar e gerenciar o fluxo de trabalho da equipe, utilizamos um quadro com colunas, onde as tarefas eram marcadas em vermelho em caso de atraso. Essa organização facilitava o acompanhamento do progresso, evitava sobrecarga e garantia entregas contínuas e de qualidade.
Prova Social.
Certificações.










Ferramentas.
Google Chat
Google Chat
Iniciativas e frameworks aplicados.
Minha atuação aconteceu em um cenário onde a agência já possuía, ainda que de forma básica, uma organização de arquivos, com padronização de nomenclaturas e uso do Google Drive, o que me permitiu avançar para a otimização de processos e o desenvolvimento do time de designers.
Solicitação de demandas.
Um dos principais gargalos do fluxo era o tempo gasto na requisição de tarefas pelos gestores de projetos, que, muitas vezes, enviavam briefings com informações faltando. Como solução, criei formulários padronizados e personalizados para cada tipo de entrega, garantindo mais clareza e agilidade para ambos os lados. Assim como em todas as abordagens aplicadas, com o tempo fomos ajustando essas ideias até chegar a modelos mais eficientes.
Biblioteca criativa.
Ministrei capacitações e desenvolvi templates de páginas, prompts de AI, documentos com códigos HTML e CSS já testados, além de planilhas com ganchos de copy segmentadas, que performaram bem. Com o tempo, esses materiais foram sendo refinados e evoluíram para uma biblioteca robusta, sempre consultada pelo time criativo.
Dia de CRO (Conversion Rate Optimization).
Uma das tarefas mais complexas do time era o desenvolvimento de landing pages. Para melhorar a performance e o controle de dados, criei o CRO Day: uma planilha de preenchimento mensal que reunia métricas das páginas em veiculação, como taxa de conversão, número de visitas, análise de mapa de calor, entre outras. Isso nos deu clareza do que realmente impactava na conversão, ajudando a direcionar otimizações contínuas e a replicação de aprendizados em novos projetos.
PDI & 1:1.
Para incentivar o crescimento de cada liderado, desenvolvi formulários que tinham o objetivo de avaliar, aprimorar e desenvolver habilidades e comportamentos.
As respostas eram analisadas durante as reuniões 1:1, que aconteciam quinzenalmente e duravam 40 minutos. Nesses encontros, tanto eu quanto o liderado deveríamos apresentar uma lista de até 3 pontos para discussão, normalmente relacionados aos objetivos do PDI.
OKRs & NCTs.
Na liderança, atuei sob a orientação de diversas metas mensais e trimestrais com o objetivo de otimizar o fluxo de trabalho e reconhecer o desempenho dos colaboradores por meio de gamificação.
Para registro das metas, usei a plataforma SugarOKR e, além do sistema de OKRs, implementamos a gestão por NCTs, garantindo que cada compromisso ou entrega estivesse alinhado à narrativa estratégica da empresa para os próximos 6 meses.
Aprendizados.
A V4 me ensinou que liderar design vai muito além de pensar só na estética. Em dois anos, aprendi a traduzir objetivos de negócio em direção visual e a equilibrar velocidade com consistência, sem perder qualidade.
Entendi que um time cresce de verdade quando tem processo e autonomia. Se tivesse tido mais tempo, teria estruturado um levantamento de dados sobre cada abordagem aplicada, para ganhar mais previsibilidade e controle sobre a escalabilidade.